domingo, 2 de agosto de 2009

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Augusto Valente não consegue pensar pra mais de 4 segundos a sua frente... Seus planos se dão no ato de respirar e a sua agenda está toda na palma de sua mão esquerda.
O futuro para ele jamais é incerto. Tudo é sempre novo para ele, e, suas amizadades e amores jamais se cansam da sua ternura renovante. Adiante para ele é a distância a qual os seus braços podem abraçar e o passado foi-lhe tão curto que não lhe é possível ter peso de recordações, pois nestes 4 segundos ele nasce e morre plenamente, mas a sua memória é perfeita e quando faz alguma consulta no pretérito, as suas lembranças são mais que perfeitas, claras e simples, são Graças e Aleluias com uma re-ligação encantadora e eficaz.
O tempo na vida de Augusto Valente se desvencilha das preocupações comerciais e ele sobrevive muito bem executando o serviço de administrador de sementes da psicologia atualizante.
Com este tempo reduzido de segundos ele abraça o infinito que por sua vez o penetra e revela ao pensamento futurista que, a distância mais longínqua que se pode percorrer é esta aqui no exato lugar onde se está até o instante correto de se ficar.
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4 comentários:

Victor Jabbour disse...

E não seria bom ser Augusto Valente? Não se preocupar com o futuro? Eu pagaria pra ser/ estar assim, nem que fosse por pouco tempo. É o que gostaria de alcançar!

Bom saber que somos elementos importantes na sua vida! Para mim, atualmente, mesmo vocês não estando presentes fisicamente, é o grande barato da vida poder COMPARTILHAR!

E espero que isso só possa crescer, o tempo todo.

Grande abrax!

Rapha disse...

Abração!

Tonin disse...

Adorei a frase do iching e a reescrevo para lembrar: "nunca as "mesmas flores, ma sempre a primavera."

E mais uma vez passeio pelo seu jardim de prosa poética, tão intenso e borbulhante que perco o caminho de volta.

Aliás, ficou avontde de comer bolo de fubá! rsrs

bjos
antonia

Tonin disse...

Oi Rapha,
mais uma vez agradeço seus comentários...

bjos