domingo, 2 de agosto de 2009

eu também não sei...

Continua prosseguindo indeterminadamente... num oito infinito de curvas e voltas, indo. E as portas vão fechando e abrindo, e eu não sei mais se saí ou se entrei. Aquelas chaves de casa, aquela casa lá longe, de uma vida passada, distante... diante de mim... onde as deixei? Quem sabe não responde. Nunca. É a lei do silêncio das cucas frescas que vão seguindo sem se perguntar quase nada que precisem saber. Nada querem, nada têm. Ou nada temem. Angústia. Continua...

4 comentários:

Rapha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rapha disse...
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Rapha disse...

querida, queria de querer maior, dizer para ti, aqui, e para o Josa e o Victor coisas muito bonitinhas que fizessem vocês sorrir bastante de Alegria por este dia novo que nasceu igual criança hoje... vocês escrevendo a cá no blog são as minhas três maravilhas do mundo... tenho e sou um respeitoso tesão carinhoso e puro por todos vocês... muitas GRAÇAS pelas palavras em vosso empenho de vida!
e o GRÃO tá brotando e dando raízes fortes eu vejo e sinto!



FECUNDEMOS!

AMOR

Victor Jabbour disse...

Só pelo que o Rapha escreveu, não precisaria mais dizer muita coisa. O oito nós é constante, Lígia. Sair do oito é nosso esforço diário. É sair de nossas frequências repetitivas, sair dessas prisões. Temos escolher, fazer acontecer.

Vocês, aqui nesse blog, são o grande combustível para que eu posa escrever sempre: bem, mal, muito feliz, meio chateado. Não importa. É movimentar as energias, botar força nessa roda.
Vamos juntos...!

Bjoss!