sábado, 6 de fevereiro de 2010


ontem entrei no mar
o mar entrou em mim
Mamãe serena e silenciosa
na noite escura e profunda
oceano de coração infindo
se entrega, se entrega
oferece-te ao amor

ontem entrei no mar
só as estrelas ouviram
meu silêncio interior

mergulhei
banhei minha criança
meu choro, minha esperança

ontem entrei no mar
fui embalada pelo verbo amar




Rainha do amor, sagrada energia materna! Encaminha, zela e abençoa nosso caminho!

Odoiá, minha Mãe!

Protege a todos nós em nossas navegações pela vida!

4 comentários:

Raphael de Souza Araujo Lima disse...

Que assim seja!

Bela disse...

Maravilhoso poema!

Lígia Aggio disse...

belo sorriso, belíssima!
obrigada por suas belezuras de comentários!

=)



eu, particularmente, achei esse meu poema um tanto quanto ingênuo... mas que cultivemos também a não esperteza, a ingenuidade da criança que publica até mesmo aquele simples sentimento puro e feliz que viveu... arte naïf, é assim que chamam alguns... é aquela simplicidade que, no fundo, é tão difícil de ser acessada pela maioria de nós, em meio às tormentas complexas pelas quais passamos...

obrigada, companheiros, por estarem comigo nas incríveis e transformadoras tormentas e nas simples e belas coisas da vida!

Yuri Branco disse...

Salve Iemanjá!
Salve a Rainha do Mar!
Odoiá!

Ingênuo, talvez inocente, mas cultivar nossas características infantis mais puras é o que há,

beijos linda