domingo, 6 de setembro de 2009

...queria...

Eu queria sofrer viver como alguns poetas do século passado.
Não consigo.
A Alegria é mais forte em-mim sempre.
Pode até ser tudo isto da vida uma ilusão.
Tudo mentira.
Mas não dá para acreditar que tanto sentimento
Seja errado ou algo a ser simplesmente superado,
para se ganhar o título de vitorioso, realizado, feliz... bem sucedido...
Não sei.
A vida está sempre me sussurando profundamente
amores tão enormes e cheios de sementes
frutas da paixão
na companhia ou na solidão
Há a Alegria Maior sorrindo raízes dentro de mim e na minha pele.
Eu queria... Mas todo o meu corpo-ser-estar-alma só consegue vibrar-desejar aquela coisinha sabe?

8 comentários:

Victor Jabbour disse...

Belos dizeres!
Eu acho que você já entendeu muita coisa da vida então, Rapha. Mesmo com pouco tempo, percebeu que o significado encontra-se nos detalhes que as pessoas ignoram.

E eu espero que todos possam estar nessa sintonia um dia, só pra saberem qual é que é....

Grande abrax!

Anônimo disse...

...Quero...

Quero viver na exuberância do dia a dia!
Consigo!
“Já aprendi a viver contente em toda e qualquer situação”
É um existir amparado por uma realidade não virtual, real!
Tudo verdade!
A aparência deste mundo passa.
A felicidade não é validade pela efêmera riqueza.
Bem sei.
As Escrituras trovejam em meu ser.
Com grande nuvem de testemunhas prossigo!
Não estou só.
Quero...
Todo o meu ser há de querer!

{convidado outrora para escrever...escreverei!! }

oldneo

Rapha disse...

Irmão,
Vamos escrever juntos sempre!
Com todo o meu respeito e amor: seja sempre bem vindo a querer e a escrever.

PAZ

Rapha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Primavera

A primavera chegou na Rua Macapá 42!
Sem saudade, o inverno já fora.
Rebentos novos são vistos em cada canto.
Pássaros saltitantes pululam aqui e acolá!
Um período de reflorescimento se desponta.
Em cada flor um grito de vitória em reprodução.
A fauna esperneia e corteja o odor em ser animal!
Bem longe da boreal com seu frio infernal.
Feliz, agasalho-me na austral.
Parida quando o dia e a noite têm a mesma duração,
Em um negócio que se chama equinócio
Forjando o seu ambiente num belo trabalho sem ócio,
Onde os oceanos amenizam o clima desta estação.
Rompendo em triunfos até o declinar do astro em ação!
Cumprindo bem em cada etapa , o seu ofício.
Num mover em graus e ajustes até o solstício

oldneo

Tonin disse...

Por isso que gosto dos seus textos...

São cheios de vigor, cores quentes e essa alegria de dentro.

Retribuo o elogio: obrigado por seus escritos daqui!

bjos,
Antonia

Anônimo disse...

o texto é meu!!!

será um prazer catalogar outros.

oldneo

Rapha disse...

sim, Primavera é teu!

E gentilmente agradeço a continuidade e vamos firme em frente que pra mim isso de fato é religião irmão!

Até mais ver-ler!

Muito amor pra ti!